A Halt Gráfica é uma empresa que valoriza o bem-estar da comunidade acreditando que através do equilíbrio entre as metas econômicas e sociais da empresa conseguiremos alcançar o desenvolvimento da cidadania. Desta forma, procuramos exercer da melhor forma possível nossa função social assumindo nossa responsabilidade perante nosso "cidadão" interno e externo.
Em relação ao meio ambiente procuramos minimizar o impacto que nossa atividade poderia causar. Os refugos e refiles dos papéis são encaminhados para reciclagem, produtos químicos como revelador e fixador, latas de tintas usadas e EPIs contaminados são encaminhas para uma empresa especializada e autorizada pela FEAM para dar a destinação adequada à estes resíduos.
Além das iniciativas internas para melhoria das condições de trabalho e vida de nossos funcionários, a empresa apóia diversos projetos sociais e culturais, e de forma constante o CDI (Comitê para Democratização da Informática), o Alô Vida e a Cia Clara de Teatro.
Conheça um pouco mais destes projetos:
O CDI (Comitê de Democratização da Informática) é uma ONG que busca promover a inclusão social de populações menos favorecidas, utilizando as tecnologias da informação e comunicação como um instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Tem como visão tornar-se um projeto com efetiva influência no destino dos países onde atua, ampliando o conceito de inclusão digital como uma integração entre educação, tecnologia, cidadania e empreendedorismo - com vistas à transformação social.
Para conhecer o projeto visite o site www.cdi.org.br
O Alô Vida é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, cujo objetivo é atender as pessoas que precisam desabafar. Os atendimentos são gratuitos, 24 horas por dia, todos os dias da semana. Através do diálogo, aceitação incondicional e doação de calor humano, ouvimos com total sigilo e privacidade.
O Instituto Sou da Paz foi fundado em 1999 a partir da Campanha Sou da Paz pelo Desarmamento. É uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) sediada em São Paulo.
O Instituto Sou da Paz tem como missão contribuir para a efetivação no Brasil de políticas públicas de segurança e prevenção da violência que sejam eficazes e pautadas pelos valores da democracia, da justiça social e dos direitos humanos, por meio da mobilização da sociedade e do Estado e da implementação e difusão de práticas inovadoras nessa área.
Para desenvolver seu trabalho, o Instituto Sou da Paz conta com uma equipe de mais de 60 funcionários e dezenas de voluntários, um Conselho Consultivo composto por 17 representantes da sociedade civil e agora com a Halt Gráfica.
Conheça mais sobre o instituto em www.soudapaz.org
A Cia Clara de Teatro foi formada em 2002 em Belo Horizonte - Minas Gerais, por um grupo de novos artistas que se conheceram, na sua maioria, através do curso de formação de atores da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes. Nesses primeiros anos de existência, o grupo concentrou suas atividades na pesquisa artística, desenvolveu técnicas e abriu possibilidades para novos caminhos dentro da linguagem teatral. Resultaram desses trabalhos os espetáculos que compõem a trilogia “A Natureza das Coisas”: Todas as Belezas do Mundo, Coisas Invisíveis e Cinema, todos dirigidos por Anderson Aníbal.
“Todas as Belezas do Mundo” foi escrita por Gustavo Naves Franco especialmente para a Cia Clara. O espetáculo foi o vencedor do prêmio APPA Estímulo as Artes Cênicas Maria Clara Machado 2002, concedido pela APPA, Fundação Clóvis Salgado e Secretaria do Estado da Cultura de Minas Gerais; com indicações para os prêmios do Sindicato dos Produtores Mineiros - Prêmio Sinparc/Bonsucesso e do Sindicato dos Artistas de Minas Gerais - Prêmio Sesc/Sated-MG. Neste trabalho a Cia Clara coloca em cena quatro atores para falar e investigar os sonhos e aspirações dos jovens nas grandes cidades nos primeiros anos do século XXI.
“Coisas Invisíveis” estreou em 2003, tendo seu foco nas relações entre os moradores das grandes metrópoles e seus códigos internos. O espetáculo entrelaça o caminho de outras quatro personagens, compondo assim, um retrato das relações afetivas destes jovens neste início de século nas grandes cidades do Brasil. Com “Coisas Invisíveis” o grupo ganhou espaço e reconhecimento nos grandes jornais e cadernos especializados do país, sendo destaque em festivais internacionais. (FIT – Curitiba, FIT – São José do Rio Preto, Mostra de Teatro de Sertãozinho, Festival de Teatro de Araxá, Jornada Internacional de Teatro Jovem de São Paulo – SP).
“Cinema”, terceira parte da trilogia, dá continuidade à pesquisa do grupo sobre os novos caminhos da dramaturgia brasileira e da interpretação teatral contemporânea. Nesta investigação, a trama construída através de situações simples, mostra sete personagens tomando decisões em momentos marcantes de suas vidas, construindo uma rede ainda mais rica de detalhes contraditórios e sentimentos humanos. Com a estréia do espetáculo CINEMA, em agosto de 2005, a Cia Clara marcou seu encontro com seu principal patrocinador, a USIMINAS, iniciando assim uma parceria de grande sucesso.
Em toda a trilogia, os recursos cênicos de iluminação, cenário e figurinos recebem tratamento discreto, para justamente destacarem o trabalho de ator. Assim, o contato entre o lúdico e a realidade é construído exclusivamente a partir da força dos atores e da imaginação do espectador. Apenas um tapete de grama sintética é o cenário para o primeiro espetáculo, depois uma lona branca serve o segundo, e as quatro linhas brancas de um quadrado demarcam a área de cena no terceiro.
Uma das marcas que impregnaram na memória do espectador nos espetáculos da Cia Clara foi a presença ao vivo da música, que, mais que pontuar emoções dos personagens ou do público, tem o objetivo de ajudar a ampliar os significados do espetáculo e as proposições das questões apresentadas. Além da execução da trilha composta especialmente para os espetáculos, a música é parte integrante e essencial do jogo cênico.
Para saber mais sobre responsabilidade social acesse www.ethos.org.br e vá em “Perguntas Freqüentes”.
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