A comunicação de dispositivos de tecnologia por meio de cabos parece estar mesmo com os dias contados. Depois de eliminar os fios entre os computadores que navegam simultaneamente na internet, agora é a vez de as impressoras compartilharem as suas bandejas. Isso porque é cada vez maior o número de equipamentos nas prateleiras que são compatíveis com as conexões wi-fi. Dessa maneira, vários PCs podem dividir a mesma impressora sem o uso de nenhum cabo. A tecnologia wireless começou a chegar mais fortemente aos lares dos usuários brasileiros nos últimos três anos e se consolida principalmente por causa do aumento no número de computadores dentro de casa e pelo crescimento das vendas de notebooks. A consequência disso é a proliferação de equipamentos aptos a se conectar por meio do padrão 802.11g (mais popular porta de comunicação sem fio), como smartphones, caixas de som e, agora, impressoras. Fabricantes como Hewlett-Packard (HP), Epson, Samsung e Lexmark já têm modelos compatíveis com a tecnologia e garantem que a onda wireless é tendência sem volta. “A adoção de redes sem fio ganhou grande popularidade pela mobilidade que oferece e a facilidade de instalação e uso em ambientes domésticos e empresariais”, afirma Reynaldo Smith de Vasconcelos, diretor da divisão de impressoras e multifuncionais da Samsung. “Ao garantir preços competitivos, facilidade de instalação e praticidade no uso, pretendemos popularizar o acesso a essa tecnologia”, completa o executivo. Atualmente é possível encontrar diferentes modelos no mercado com preços que variam de R$ 499 a R$ 1,2 mil. Independentemente de necessitar ou não de conexões sem fio, o usuário precisa saber como comprar o modelo adequado à sua necessidade para não correr o risco de gastar desnecessariamente ou ficar insatisfeito com o equipamento adquirido. “Por mais simples que possa parecer, a decisão sobre a compra de uma impressora que realmente nos atenda é algo difícil, que precisa e deve ser bem trabalhada para evitar aborrecimentos. A questão principal a ser respondida se baseia na relação entre o preço do equipamento e suas reais possibilidades de atender aos nossos objetivos”, diz Bernardo Jeunon de Alencar, professor membro do colegiado de coordenação didática do curso de sistemas de informação da PUC Minas. |